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A tecnologia da informação vem se tornando cada vez mais parte da vida das pessoas e das empresas, devido a sua grande evolução ela vem sempre deixando as coisas mais fáceis e acessíveis, como por exemplo, o envio de e-mails que acontece instantaneamente, diferentemente das cartas que eram enviadas antigamente. Porém, para que essas evoluções aconteçam, obtendo como resultado novas tecnologias para facilitar nosso dia a dia é necessário que as empresas e o governo invistam pesado em pesquisas.

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O Brasil historicamente não possui grandes investimentos, assim como ocorreu nos Estados Unidos na época da Guerra Fria, sendo que o primeiro computador foi importado dos EUA em 1957, o Univac-120, utilizado para calcular o consumo de água da capital paulista, utilizando-se o andar inteiro de um prédio para operar o mesmo.

Em 1961, quatro alunos do ITA (Instituto Tecnológico de Aeronaútica) desenvolveram um computador apelidado de “Zezinho” com auxílio financeiro de apenas 350 dólares, fazendo com que não fosse possível criar um computador com melhor desempenho. Porém, esse computador ficou conhecido historicamente como o primeiro de fabricação totalmente nacional. Uma pena que foi desmontado pelas turmas seguintes para utilização de seus componentes para outras pesquisas.

Outro grande marco foi a criação do “Patinho Feio” em 1972, computador desenvolvido por alunos da USP, sendo o primeiro computador brasileiro documentado e que utilizava computação clássica. Bem menor do que o “Zezinho”, possuia “apenas” um metro de comprimento, um metro de altura, 80 centímentros de largura e pesava 100 quilos, onde o mesmo poderia armazenar somente 4096 palavras, um desempenho incrivelmente menor do que podemos ver hoje em dia.

Com o passar dos anos outros grandes fatos aconteceram, como o primeiro computador vendido em lojas no ano de 1980, a fundação do IBPI (Instituto Brasileiro de Pesquisa em Informática) e a Fundação da ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software), fatos esses que levaram a indústria nacional a crescer, resultando em grandes empresas nacionais com destaques internacionais, como Totvs, Positivo e Itautec.

Mesmo com o crescimento de empresas nacionais, podemos observar que ainda sim existe uma necessidade de maiores investimentos em pesquisas por partes das empresas, uma política adequada de incentivos fiscais por parte do governo e uma quantidade maior de parcerias entre faculdades (que possuem o conhecimento) e empresas (que possuem a necessidade de inovação), pois quase não somos noticiados de inovações tecnológicas em informática e eletrônica ocorridas em nosso pais.

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