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No dia 06 de abril o Portal Imprensa organizou um debate sobre o impacto da 4ª Revolução Industrial na comunicação. Com o objetivo de atualizar constantemente as #EstratégiasCriativas da io! comunica, eu compareci no evento e vou compartilhar algumas novidades da nova revolução.

O debate foi mediado por Ethevaldo Siqueira. Não sabe quem é ele? Então lá vem um pequeno resumo: Ethevaldo é um senhor jornalista de 85 anos, com 50 de profissão e simplesmente o pioneiro na cobertura de tecnologia no Brasil. Ele já participou de palestras do Stephen Hawking, foi colega do escritor de ficção científica Arthur C. Clark (aquele do “2001 – Uma Odisseia no Espaço”) e trabalhou em meios de comunicação como a Rádio CBN e foi repórter especial do Estadão. Atualmente, ele escreve para o seu portal Mundo Digital e apresenta as novidades da tecnologia na rádio Eldorado.

Além de Ethevaldo, também participaram do debate Daniel Bramatti, presidente da Abraji (Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo) e editor do Estadão Dados; Dmitry Shishkin, da BBC World Service; Moises Rabinovici, gerente de redação na EBC (Empresa Brasileira de Comunicação); Thaís Oyama, redatora-chefe da Veja, Alexandre Dietrich, executivo de dados da IBM e responsável pelo Watson, entre outros profissionais de comunicação e referências de grandes empresas.

Para entender o que será a 4ª Revolução Industrial, precisamos buscar na história como foram as demais. Bora relembrar?

Primeira Revolução Industrial (1776): com a invenção das máquinas a vapor e carvão, possibilitou modificações na economia e no espaço geográfico, com melhorias na circulação devido as mudanças de transporte.

Segunda Revolução Industrial (1850): se destaca a eletricidade, petróleo e produção em massa.

Terceira Revolução Industrial (Início do séc. XX): computador, rádio, televisão e conquista do Espaço.

Quarta Revolução Industrial (Está nascendo): é a união do mundo físico e real, com o mundo virtual. Se destacam Inteligência Artificial, Realidade Virtual, Internet das Coisas e o 5G.

Que incrível pensar que estamos “vendo” a Quarta Revolução Industrial nascendo, não é?! Muitas coisas mudarão nos próximos anos e, apesar das previsões serem ótimas para economizarmos o nosso tempo, elas podem ser assustadoras também. Aí vão alguns números:

  • Moeda mundial de 2025: criptomoedas da Blockchain (sistema de controle à prova de fraude e de hackers);

  • Até 2030, milhões de empresas poderão ser “varridas” do planeta;

  • A partir de 2030 haverá máquinas mais inteligente do que qualquer ser humano;

  • Até 2036 desaparecerão de 70% a 80% dos empregos.

Mas não vamos nos desesperar, há áreas que não serão afetadas, como da pesquisa, ciência, ensino, lazer e arte. Além disso, vale ressaltar a importância de ser criativo e diferente independente do segmento, afinal, parafraseando Ethevaldo Siqueira, “Não temos que ter empregos, temos que ter trabalho”.

Mas, com tanta informação, como ser diferente?

Ora, justamente usando bem as informações que temos. Na área da comunicação, uma dica do Daniel Bramatti é sempre fazermos as perguntas certas, seja para pessoas ou para DADOS. Temos que filtrar as informações para o que realmente é relevante. E, ao invés de produzirmos mais informações “do mesmo”, produzir menos informações assertivas. Pelo menos se quisermos nos aproximar do Watson.

Espera! Você não sabe quem é esse?

Watson é um sistema inteligente desenvolvido pela IBM. Ele tem as seguintes habilidades:

– Aprender: Com cada dado, interação e resultado, ele desenvolve e aperfeiçoa a expertise e assim, nunca deixa de aprender.

– Entender: O Watson entende imagens, sons, linguagem e outros dados.

– Interagir: Ele também tem habilidades para enxergar, falar e ouvir.

– Raciocinar: Com ele, é possível descobrir informações ocultas, se engajar de novas formas e decidir com mais confiança.

O homem sozinho perde para a tecnologia, mas com a tecnologia, se torna invencível. Portanto, como as empresas podem utilizar essa parceria de homens e máquinas?

– Compreensão: Como a identificação da face, por exemplo.

– Conversação: Os bots já utilizados no Facebook e WhatsApp.

– Descobrimento: Encontrar as respostas e descobrir novos insights, realizando conexões cognitivas sobre extensos corpos de conhecimento.

 E como a io! utiliza dessas tecnologias?

Através dos bots, por exemplo!

Com o cliente Dr. Fabrício Pandini, a cerca de um ano a temos a ajuda dos bots para responder os pacientes. As respostas foram programadas de acordo com diversas variações de perguntas. Isso possibilita uma maior agilidade de resposta para o usuário, e melhor análise dos resultados.

 

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