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Somos essencialmente transparentes na agência io! comunica. Paloma e eu nos preocupamos  com a equipe e temos uma grande satisfação de também oferecer um serviço vinculado diretamente com o RH, como o Endomarketing. Quando apareceu a oportunidade no Hacktown, já fomos na primeira: Novas Tendências e Inovação no RH, com Ludymila Pimenta, da RHlab. Então vamos para as tendências e avaliar o que você e eu estamos fazendo de certo/errado e como iremos resolver juntos!

O colaborador é um consumidor dos recursos humanos e isso faz como que a gente precisa entender quem é este profissional. Menos burocratização e mais agilidade por parte do RH, e maior autonomia para a equipe.

Engajá-lo é fundamental e já está batido. Então tenha isso como um “mantra”, como a própria Ludymila definiu. Dê voz para o colaborador em assuntos que possam influenciar diretamente o trabalho, a inovação e a produtividade.

Um termo muito utilizado recentemente é o Employee Experience, a jornada e o ponto de vista do colaborador. Como fazer para que ele atenda ao seu negócio de forma satisfeita? É apenas benefícios que ele está buscando? Por que ele escolheu a sua empresa e o que você ofereceu? Tenha cuidado com as expectativas. Não adianta preparamos ambientes criativos, colocar quadrinhos na parede. O seu colaborador está atrás de uma experiência memorável em todas as etapas. Se não atendermos às expectativas, o jogo se inverte e toda a dedicação planejada – e mal executada – se tornará um fardo para o RH e, consequentemente, para a organização.

Vamos falar agora de Employeer Branding e a famosa Proposta de Valor ao Colaborador (EVP). Em um resumo, Ludymila aponta: “mais do que salário e benefícios, o potencial candidato deseja ver o valor agregado, a imagem daquela organização no mercado e o que as pessoas falam dela.” E acho legal esse ponto, pois ele é o reflexo do início deste texto, quando falamos em colaboradores-consumidores. Quem é cliente, fala bem, defende, apoia. Estamos cuidando da nossa estrutura, da nossa essência, da nossa imagem? E, claro, o que de fato você está fazendo para o seu cliente interno?

Outro ponto levantado na palestra foi GiG Economy, termo que se refere aos contratos curtos ou frela. Como o RH irá repensar essa forma de trabalho? Como desenvolver talentos em espaço curto de tempo? Independentemente da área, é preciso criar novas formas de controle e confiança para que haja um equilíbrio de expectativas entre colaborador-empresa.

Perceberam que o termo “expectativa” está de volta?

O profissional de RH e o próprio departamento e sua Comunicação Interna têm desafios para aproximar do colaborador, como sempre teve. Mas, mais do que engajar, é preciso que as empresas evoluam. O ser humano está evoluindo mais rápido que as organizações e, consequentemente, tem o domínio sobre elas. Ele quer mais autonomia, menos burocratização, mais inovação. Ele é isso hoje. E a sua empresa? Como está nessa perspectiva?

 

Preparei uma série de textos sobre o Hacktwon. Veja outros aqui 🙂

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