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Todo propósito beneficente é válido, se praticado dentro da ética e de um escopo consciente da atual realidade mundial. A campanha #‎icebucketchallenge‬ começou errado ao propor o desafio de jogar um balde de água gelada em si e postar em alguma rede social ou fazer a doação de  $ 100, que servirá na luta contra a esclerose lateral amiotrófica. Foi a chance de celebridades engajarem na causa, como Gisele Bündchen, Fátima Bernardes, Neymar e muitos atores globais, sem contar com Mark Zuckerberg e Bill Gates.

Se por um lado as doações estão aparecendo (e neste momento não importa o quanto), por outro é importante ‘lembrar’  da preservação da água. Independentemente do país, a água é um bem essencial que se deve preservá-la e não incentivá-la ao desperdício.

E, principalmente nossos grandes formadores de opinião, deveriam repensar desta forma e não se associar ou “aproveitar o momento” com uma atitude que chega a dar desespero quando se lembra das represas secas no estado de São Paulo (e imagine em regiões áridas do mundo onde essa realidade já vem sendo registrada há gerações?!). Em contraponto, o humorista Rafinha Bastos expôs, em poucas palavras, o que poderíamos tirar de conclusão sobre o uso da água nesta campanha.

Lembre-se: o mais importante é fazer a doação. Se você conhece alguma entidade transparente, colabore. Mas guarde o balde d’água para você!

 

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